Continuando o assunto abordado no artigo "Monografia de curso pode ser ponte para pós-graduação", creio que algumas pessoas podem ter ficado em dúvida entre usar o tema que mais lhe agrade ou um que seja de maior facilidade para pesquisa e conclusão do trabalho. Muita gente opta pela segunda opção, até porque a lógica brasileira (a do menor esforço) pede isso. Contudo, nós achamos que essa escolha tem tanto seu lado bom quanto ruim.
O bom de se trabalhar um tema "fácil de fazer" (como se existisse monografia fácil) é a praticidade e o menor nível de estresse vivido pelo formando. Por exemplo, se um rapaz trabalha numa fábrica de refrigerantes no setor de produção, seria bem fácil utilizar um tema voltado para administração da produção ou de movimentação de materiais, inclusive podendo usar a fábrica como estudo de caso. Contudo, se esse mesmo moço tivesse muita vontade de falar sobre algo voltado à recursos humanos ou marketing, ele teria de pesquisar bem mais, saindo do seu cotidiano de trabalho e indo buscar dados e documentos em outras partes da empresa ou até mesmo em uma organização diferente. Esse é justamente o lado ruim.
O aluno do exemplo teria de optar entre explicar uma coisa da qual já tem certo conhecimento mas não é seu ideal de emprego e falar sobre a área a qual almeja alcançar e ter que se esforçar muito mais para conseguir terminar. E você, o que escolheria?
Recomendamos sempre que a prioridade seja o tema de preferência do formando. Como já havíamos dito, quando se fala sobre algo do qual se gosta o ato de pesquisar, geralmente torturante e difícil, se torna um prazer, uma verdadeira diversão. Dessa forma, mesmo tendo mais trabalho para concluir a monografia, a sensação de dever cumprido será muito gratificante.
O bom de se trabalhar um tema "fácil de fazer" (como se existisse monografia fácil) é a praticidade e o menor nível de estresse vivido pelo formando. Por exemplo, se um rapaz trabalha numa fábrica de refrigerantes no setor de produção, seria bem fácil utilizar um tema voltado para administração da produção ou de movimentação de materiais, inclusive podendo usar a fábrica como estudo de caso. Contudo, se esse mesmo moço tivesse muita vontade de falar sobre algo voltado à recursos humanos ou marketing, ele teria de pesquisar bem mais, saindo do seu cotidiano de trabalho e indo buscar dados e documentos em outras partes da empresa ou até mesmo em uma organização diferente. Esse é justamente o lado ruim.
O aluno do exemplo teria de optar entre explicar uma coisa da qual já tem certo conhecimento mas não é seu ideal de emprego e falar sobre a área a qual almeja alcançar e ter que se esforçar muito mais para conseguir terminar. E você, o que escolheria?
Recomendamos sempre que a prioridade seja o tema de preferência do formando. Como já havíamos dito, quando se fala sobre algo do qual se gosta o ato de pesquisar, geralmente torturante e difícil, se torna um prazer, uma verdadeira diversão. Dessa forma, mesmo tendo mais trabalho para concluir a monografia, a sensação de dever cumprido será muito gratificante.