Sábado, 19 de Julho de 2008

Uso um tema fácil ou um tema do qual eu gosto?

Continuando o assunto abordado no artigo "Monografia de curso pode ser ponte para pós-graduação", creio que algumas pessoas podem ter ficado em dúvida entre usar o tema que mais lhe agrade ou um que seja de maior facilidade para pesquisa e conclusão do trabalho. Muita gente opta pela segunda opção, até porque a lógica brasileira (a do menor esforço) pede isso. Contudo, nós achamos que essa escolha tem tanto seu lado bom quanto ruim.

O bom de se trabalhar um tema "fácil de fazer" (como se existisse monografia fácil) é a praticidade e o menor nível de estresse vivido pelo formando. Por exemplo, se um rapaz trabalha numa fábrica de refrigerantes no setor de produção, seria bem fácil utilizar um tema voltado para administração da produção ou de movimentação de materiais, inclusive podendo usar a fábrica como estudo de caso. Contudo, se esse mesmo moço tivesse muita vontade de falar sobre algo voltado à recursos humanos ou marketing, ele teria de pesquisar bem mais, saindo do seu cotidiano de trabalho e indo buscar dados e documentos em outras partes da empresa ou até mesmo em uma organização diferente. Esse é justamente o lado ruim.

O aluno do exemplo teria de optar entre explicar uma coisa da qual já tem certo conhecimento mas não é seu ideal de emprego e falar sobre a área a qual almeja alcançar e ter que se esforçar muito mais para conseguir terminar. E você, o que escolheria?

Recomendamos sempre que a prioridade seja o tema de preferência do formando. Como já havíamos dito, quando se fala sobre algo do qual se gosta o ato de pesquisar, geralmente torturante e difícil, se torna um prazer, uma verdadeira diversão. Dessa forma, mesmo tendo mais trabalho para concluir a monografia, a sensação de dever cumprido será muito gratificante.

Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

Finalidade da monografia e seus detalhes técnicos

Por Carlos Cezar Russo

Não é possível investigar e discutir assuntos apenas por curiosidade ou necessidade profissional como é costume no Brasil. Assim, as universidades têm o dever de despertar nos seus alunos o interesse pela Ciência, interesse que deveria ser conhecido e cultivado pelos alunos já no ensino médio, fruto de uma política educacional responsável, principalmente.

A iniciação científica em qualquer curso universitário tem o propósito de ampliar o horizonte de crítica do aluno para além do óbvio. E, para tal, torna-se necessário conhecer os fundamentos científicos que objetivam a organização do conhecimento, essa organização do conhecimento fornece a base para o trabalho científico.

A aprendizagem é um processo que exige também a observação e imitação, antes da reflexão e do desenvolvimento intelectual. A aprendizagem torna-se instrumento útil ao indivíduo pela via do conhecimento e, os conhecimentos dos fatos e das coisas começam pelas dúvidas que as observações do mundo que nos cerca , produzem.

O conhecimento difere da informação posta à disposição do público em geral, são elementos distintos. Aquele que cultiva o conhecimento e a reflexão, sabe discernir o que lê, ou seja, sabe identificar onde está sendo desinformado e, o principal, o motivo pelo qual está sendo desinformado. No Brasil, em vista dos incontáveis espertalhões de plantão, verdadeiros caras-de-pau, é fundamental que saibamos identificar informação de desinformação.

Em suma, a iniciação científica fornece elementos (se forem aproveitados) para que o indivíduo não se deixe convencer por argumentações débeis produzidas e orientadas para o público leigo, de modo a não confundir o relevante com o irrelevante.

Para se fazer monografia é necessário embasamento científico. Mesmo que se produza monografia baseada em algum pensador, autor, e que não se vá propor nada de novo (não é esse o papel da monografia) é preciso entender conceitos tais como:

Argumento;
Contra-argumento;
Tese;
Anti-tese;
Retórica;
Dedução;
Indução;
Hipótese;
Premissa;
Conclusão.

E conhecer algumas tecnicalidades:

Resenha;
Pesquisa;
Questionário;
Fichamento;
Citação;
Formas de linguagem;
Projeto de pesquisa;
Hipóteses para a monografia;
Paper.

O objetivo primeiro da Monografia, TCC ou mesmo um singelo Paper é dotar o aluno de ferramental básico pera a pesquisa científica, nada mais. Tanto, que ela deve ser feita não em achismos, mas baseada nos autores e pensadores experimentados, alguns já consagrados. Não tem o objetivo de propor soluções aos problemas da Administração e Economia. Raramente isso ocorre, mesmo nas dissertações e teses de Mestrado ou Doutorado, sem fundo financeiro para sustentar pesquisas.

Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Monografia de curso pode ser ponte para pós-graduação

A monografia de curso é o trabalho mais importante da graduação. É nele que se demonstra o que foi aprendido em anos de estudo. Também é nele que se pode demonstrar qual destino se quer seguir após a conclusão da graduação.

Por meio da monografia, o estudante pode "fazer um estágio" na área em que quer se especializar. Na pesquisa do trabalho, o universitário irá aprender mais detalhadamente sobre o ramo que está visando se especializar, podendo verificar se é exatamente isso que quer. Assim, se por acaso perceber que não tem tanta afinidade com a área quanto pensava, poderá repensar em qual ramo deve fazer sua pós-graduação.

E se o desenvolvimento da monografia estiver sendo prazeroso para o estudante, então é quase certo de que o mesmo irá ganhar muito em conhecimento para seu currículo se partir para uma especialização no mesmo ramo, pois reconhecerá que existe harmonia entre ele e a área a se trabalhar.

Fica aqui a recomendação da Monografácil: no momento da elaboração da monografia, procure pesquisar sobre algum tema que tenha relação com o que se quer fazer em termos de especialização. Se por acaso ela ainda não tiver sido escolhida, outro conselho é que ela seja definida ainda no começo do projeto da monografia. O importante é saber onde se quer chegar, e fazer da monografia uma ponte para isso.

Bons estudos!

Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

Suporte a apresentação da monografia

Quem não sente um friozinho na barriga quando vai falar em público? Se você sente isso, prepare-se, pois na hora de apresentar a monografia para a banca julgadora a barriga vira uma verdadeira geladeira!

Nessas horas não podemos falhar. Devemos manter o controle da situação e demonstrar aos professores julgadores que conhecemos a monografia de cabo a rabo e realmente aprendemos sobre o que pesquisamos.

Para superar mais essa etapa, a Monografácil Assessoria tem o serviço ideal para você!

Fornecemos suporte aos formandos que apresentarão seus trabalhos fazendo a apresentação digital em PowerPoint de acordo com a sequência da apresentação como também o treinamento e aperfeiçoamento da explanação oral perante a banca julgadora e a platéia.

A apresentação digital custa apenas R$ 2,00 por slide e o treinamento tem o preço de R$ 5,00 por hora.

Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

Monografácil também no Orkut!

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Lá você poderá deixar comentários, sugestões ou solicitar serviços. Nos adicione no seu grupo de amigos!

Abraço a todos e um bom final de semana!